Marketing Multinível no Digital: o que mudou com a inteligência artificial e as novas estratégias

Marketing multinível no digital

O marketing multinível mudou com o avanço do digital e da inteligência artificial. Veja o que permanece essencial e como tecnologia, relacionamento, liderança e acompanhamento podem trabalhar juntos.

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Luciano Fournier

@lucianofournieroficial

O marketing multinível no digital está transformando a forma de prospectar, vender, acompanhar equipes e construir relacionamentos. Se antes grande parte do trabalho dependia de listas de nomes, ligações, reuniões presenciais e apresentações feitas pessoalmente, hoje existem ferramentas capazes de ampliar esse alcance.

Redes sociais, WhatsApp, anúncios segmentados, geração de leads, reuniões online e inteligência artificial passaram a fazer parte dessa nova realidade.

Mas existe um ponto importante: a tecnologia não eliminou a importância do relacionamento humano.

O que mudou foi a maneira de encontrar pessoas, iniciar conversas, apresentar informações, acompanhar interessados e desenvolver uma organização.

Esse foi um dos principais assuntos da minha conversa no Ozoncast da Ozontec, em que compartilhei experiências acumuladas ao longo de anos de mercado e minha visão sobre liderança, digital, inteligência artificial, acompanhamento e o futuro do marketing multinível.

Marketing multinível no digital: o que realmente mudou?

Durante muito tempo, construir um negócio de marketing multinível significava fazer uma lista de nomes, ligar para conhecidos, marcar apresentações, participar de reuniões e desenvolver relacionamentos pessoalmente.

Essa essência baseada em relacionamento não desapareceu.

O que mudou foi o ambiente em que esse relacionamento pode começar e continuar.

Hoje, uma pessoa pode conhecer um produto pelo Instagram, pesquisar uma empresa no Google, assistir a vídeos no YouTube, conversar pelo WhatsApp, participar de uma apresentação online e até utilizar inteligência artificial para comparar informações antes de tomar uma decisão.

Isso cria uma mudança importante:

o multinível continua sendo um negócio de pessoas, mas já não precisa depender exclusivamente das ferramentas e comportamentos do passado.

Quem compreende essa diferença consegue utilizar o digital como uma extensão do relacionamento, e não como substituto dele.

O digital não precisa substituir o presencial

Um dos erros dessa discussão é colocar digital e presencial como adversários.

Não são.

A pergunta não deveria ser:

“Devo trabalhar no digital ou no offline?”

Uma pergunta melhor seria:

“Como posso usar o digital para ampliar aquilo que já funciona no relacionamento humano?”

Uma pessoa que trabalha presencialmente pode continuar conversando, apresentando produtos, atendendo clientes e desenvolvendo sua equipe.

Ao mesmo tempo, pode usar o digital para:

  • gerar novos contatos;
  • produzir conteúdo;
  • criar anúncios locais;
  • direcionar interessados para o WhatsApp;
  • realizar apresentações online;
  • organizar o acompanhamento de leads;
  • utilizar inteligência artificial para estudar e melhorar sua produtividade.

Na prática, o digital amplia a capacidade de atuação.

E essa é uma das grandes oportunidades do marketing multinível no digital: aproveitar tecnologia sem abandonar o contato humano.

A antiga lista de nomes ganhou uma nova dimensão

Durante anos, uma das primeiras atividades ensinadas para quem começava no mercado era criar uma lista de nomes.

Amigos.

Familiares.

Conhecidos.

Colegas de trabalho.

Contatos acumulados ao longo da vida.

Essa estratégia ainda pode ser utilizada.

O problema aparece quando ela se transforma na única fonte possível de novos contatos.

O ambiente digital criou outra possibilidade: a geração de leads.

Em vez de depender exclusivamente das pessoas que você já conhece, você pode produzir conteúdo ou utilizar publicidade para chegar até pessoas que demonstram interesse pelo assunto que você trabalha.

Isso não significa que todo lead vai comprar ou entrar para uma organização.

Significa que você amplia sua capacidade de iniciar novas conversas.

O digital também pode fortalecer negócios locais

Trabalhar digitalmente não significa necessariamente vender ou desenvolver uma organização do outro lado do país.

O digital também pode ser utilizado para fortalecer uma atuação local.

Imagine alguém que comercializa produtos em determinada cidade ou região.

Essa pessoa pode utilizar conteúdo e anúncios geograficamente segmentados para apresentar seus produtos a pessoas próximas e conduzir os interessados para uma conversa no WhatsApp ou para um atendimento presencial.

Nesse cenário, a tecnologia não elimina o contato humano.

Ela cria a oportunidade para o contato acontecer.

A pessoa encontra você no digital e pode concluir sua experiência no presencial.

É uma combinação muito mais inteligente do que tratar os dois ambientes como mundos separados.

O consumidor também mudou

Não foram apenas as ferramentas que evoluíram.

As pessoas mudaram.

Hoje, antes de tomar uma decisão, é comum alguém pesquisar.

Ela procura informações sobre o produto.

Pesquisa a empresa.

Assiste a vídeos.

Busca opiniões.

Compara alternativas.

Conversa com outras pessoas.

E agora pode até utilizar ferramentas de inteligência artificial para organizar informações e analisar diferentes possibilidades.

Isso significa que aquela época em que bastava alguém dizer “confia em mim, esse negócio é excelente” perdeu força.

O consumidor atual quer entender.

Quer pesquisar.

Quer comparar.

Quer formar sua própria opinião.

Por isso, transparência, informação e capacidade de explicar se tornaram ainda mais importantes.

Quem trabalha com marketing multinível no digital precisa entender que o interessado pode chegar à conversa sabendo muito mais sobre a empresa, os produtos e o próprio mercado do que chegava anos atrás.

Inteligência artificial deixou de ser assunto distante

Existe outra transformação acontecendo ao mesmo tempo: a inteligência artificial.

Ela já faz parte do cotidiano de empresas, profissionais de marketing, vendedores e empreendedores.

Ignorar essa mudança pode significar deixar de aproveitar ferramentas importantes de produtividade e aprendizado.

Isso não significa que todo mundo precisa virar especialista em tecnologia.

Significa desenvolver disposição para aprender.

Foi assim em outras fases do mercado.

Quem começou antes da internet precisou aprender a utilizar computador.

Depois veio o e-mail.

Vieram os sites.

As redes sociais.

O WhatsApp.

As reuniões online.

Os anúncios digitais.

Agora estamos diante da inteligência artificial.

A ferramenta muda.

A necessidade de aprender permanece.

Como a inteligência artificial pode ajudar

Existem várias aplicações possíveis.

Uma pessoa pode utilizar inteligência artificial para:

  • organizar ideias;
  • estudar assuntos;
  • estruturar apresentações;
  • criar roteiros;
  • planejar conteúdos;
  • levantar dúvidas frequentes dos clientes;
  • organizar tarefas;
  • melhorar textos;
  • estudar estratégias de marketing;
  • aumentar sua produtividade.

Mas existe uma diferença importante entre utilizar inteligência artificial como ferramenta e acreditar que ela fará todo o trabalho.

Ela pode ajudar.

Pode acelerar.

Pode organizar.

Mas ainda existe uma pessoa responsável pelas decisões, pelo relacionamento e pela execução.

Tecnologia sem aprendizado não resolve o problema

Ter Instagram não significa saber trabalhar digitalmente.

Ter acesso a uma ferramenta de inteligência artificial não significa saber utilizá-la estrategicamente.

Ter uma conta de anúncios não transforma ninguém automaticamente em profissional de marketing.

A tecnologia aumenta possibilidades, mas continua exigindo aprendizado.

Esse talvez seja um dos maiores desafios dessa nova fase.

Existem mais ferramentas disponíveis do que em outras épocas, mas também existe uma enorme disputa pela atenção.

Notificações.

Vídeos.

Redes sociais.

Mensagens.

Conteúdos.

Lives.

Cursos.

Oportunidades.

Tudo compete pelo mesmo recurso: a atenção das pessoas.

Por isso, quem pretende crescer precisa recuperar algo básico: disposição para aprender e executar.

No marketing multinível no digital, isso se torna ainda mais importante porque novas ferramentas aparecem constantemente.

Você não precisa aprender tudo ao mesmo tempo.

Mas precisa estar disposto a evoluir.

Continue aprendendo sobre estratégias digitais

Para aprofundar sua visão sobre estratégias digitais, também vale conhecer outros conteúdos do blog sobre marketing, vendas e inteligência artificial.

Cadastro Ozonteck Equipe Luciano Fournier

Para quem produz conteúdo e utiliza o digital como estratégia de aquisição, também vale conhecer as orientações oficiais do Google Search Central sobre criação de conteúdo e otimização para mecanismos de busca.

O marketing multinível tradicional ainda tem espaço?

Sim.

O crescimento do digital não significa que lista de nomes, indicação, relacionamento, reunião e apresentação presencial deixaram de funcionar.

Existe espaço para diferentes formas de atuação.

A questão principal é o objetivo de cada pessoa.

Quem deseja trabalhar principalmente em sua região, atender clientes próximos e construir uma operação menor pode utilizar estratégias tradicionais.

Por outro lado, quem pretende aumentar alcance, gerar mais contatos e construir uma presença que não dependa exclusivamente de sua rede pessoal pode encontrar no digital um importante acelerador.

Não existe necessidade de destruir o modelo anterior para construir o próximo.

É possível combinar os dois.

É justamente nessa combinação que o marketing multinível no digital pode ganhar força: ferramentas novas apoiando princípios de relacionamento que continuam relevantes.

Recrutar pessoas não significa construir uma organização

Existe outro ponto fundamental nessa discussão.

Há uma diferença enorme entre colocar pessoas dentro de uma organização e realmente desenvolver essas pessoas.

Você pode cadastrar muita gente.

Mas, se as pessoas entram e ficam perdidas, a organização dificilmente se torna consistente.

Durante a conversa no Ozoncast, utilizei uma comparação simples.

Imagine um balde com um furo no fundo.

Você abre a torneira.

A água entra.

Mas também sai.

Quanto mais você tenta encher, mais percebe que existe um problema.

Em uma organização, esse vazamento frequentemente aparece quando falta acompanhamento.

Você pode aumentar a quantidade de novos cadastros, mas, se as pessoas não encontram orientação depois de entrar, existe dificuldade para criar retenção e desenvolvimento.

Follow-up e acompanhamento fazem parte da construção

Imagine alguém que acabou de entrar.

Ela ainda não sabe exatamente o que fazer.

Não conhece suficientemente os produtos.

Não sabe como vender.

Não sabe apresentar.

Não sabe como organizar seus primeiros passos.

E ninguém acompanha.

O que pode acontecer?

Ela perde o ritmo.

Fica confusa.

Começa a olhar outras possibilidades.

E pode abandonar o projeto.

Por isso, acompanhamento não deveria ser tratado como detalhe.

Ele faz parte da construção.

Pessoas não são números

Esse princípio precisa estar no centro de qualquer organização saudável.

Pessoas têm objetivos diferentes.

Algumas querem vender produtos.

Outras procuram desenvolver uma atividade complementar.

Outras querem construir uma organização maior.

Algumas aprendem rapidamente.

Outras precisam de mais acompanhamento.

Quando alguém enxerga apenas quantidade de cadastros, deixa de perceber essas diferenças.

Liderar significa entender que existe uma pessoa do outro lado.

E isso nos leva a outro ponto fundamental.

Graduação não é a mesma coisa que liderança

Ter uma graduação dentro de uma empresa pode representar determinado resultado alcançado.

Mas isso, sozinho, não transforma ninguém em referência.

Liderança é construída pelo exemplo.

É construída na forma como você trabalha.

Na maneira como trata pessoas.

Na responsabilidade que assume.

Na disposição para ensinar.

Na coerência entre aquilo que fala e aquilo que faz.

Na capacidade de continuar presente depois do cadastro.

É relativamente fácil aparecer quando tudo está funcionando.

A liderança aparece de verdade quando existem problemas, dúvidas e pessoas precisando de direção.

Tecnologia nenhuma substitui isso.

Você pode ter um bom funil, produzir conteúdo, utilizar inteligência artificial e dominar anúncios.

Mas, se não souber trabalhar com pessoas, continuará existindo uma fragilidade na construção da organização.

Experiência não significa nunca ter errado

Existe uma ideia importante para qualquer empreendedor.

Experiência não significa ter acertado todas.

Em muitos casos, experiência significa justamente ter vivido situações suficientes para reconhecer melhor onde podem estar os riscos.

Ao longo de uma trajetória profissional, erros podem ensinar critérios que o sucesso sozinho talvez nunca ensinasse.

Por isso considero tão importante analisar decisões com maturidade.

Antes de escolher uma empresa ou projeto para desenvolver, não basta olhar apenas para entusiasmo ou promessa.

É preciso analisar.

O que observar antes de entrar em um projeto

Alguns pontos merecem atenção:

  • estrutura da empresa;
  • logística;
  • produtos;
  • suporte;
  • capacidade de treinamento;
  • visão da liderança;
  • sustentabilidade da operação;
  • cultura;
  • acompanhamento oferecido;
  • compatibilidade entre o projeto e o seu perfil.

Não existe necessidade de tomar uma decisão apenas porque alguém está empolgado.

Pesquise.

Pergunte.

Conheça.

Analise com seus próprios olhos.

Essa foi, inclusive, uma das reflexões importantes da minha passagem pela estrutura da Ozontec: não formar opinião apenas pela visão de outras pessoas quando existe a possibilidade de conhecer, observar e avaliar pessoalmente.

O futuro do marketing multinível no digital

Se eu tivesse que resumir boa parte dessa conversa em uma ideia, seria esta:

o futuro não está em abandonar o relacionamento para colocar tecnologia no lugar. Está em usar tecnologia para ampliar nossa capacidade de construir relacionamentos, vender, acompanhar e liderar.

O profissional exclusivamente tradicional pode continuar encontrando resultados dentro de determinados objetivos.

Mas, à medida que pretende ampliar sua operação, alcançar novas pessoas e aumentar sua produtividade, aprender ferramentas digitais se torna cada vez mais relevante.

Da mesma forma, quem domina tecnologia, mas não sabe conversar, acompanhar, vender e desenvolver pessoas também possui uma limitação.

Os dois mundos precisam conversar.

O marketing multinível no digital funciona melhor quando tecnologia e relacionamento deixam de competir e passam a trabalhar juntos.

O que não mudou no marketing multinível

Depois de tanta transformação, algumas coisas permanecem.

Pessoas continuam procurando produtos.

Continuam buscando oportunidades.

Continuam querendo reconhecimento.

Continuam desejando melhorar sua realidade profissional.

Continuam precisando aprender.

E continuam confiando em pessoas.

Por isso:

inteligência artificial não substitui liderança.

Anúncio não substitui acompanhamento.

Instagram não substitui relacionamento.

Automação não substitui responsabilidade.

O digital pode acelerar processos.

A inteligência artificial pode aumentar produtividade.

Mas a construção continua dependendo de pessoas preparadas para trabalhar com pessoas.

Assista à conversa completa no Ozoncast

Este artigo apresenta alguns dos principais pontos discutidos durante minha participação no Ozoncast da Ozontec.

Na conversa completa, falamos sobre trajetória, experiências acumuladas ao longo dos anos, mudanças no mercado, marketing multinível no ambiente digital, inteligência artificial, geração de leads, vendas, acompanhamento, liderança e critérios importantes para construir uma organização.

[EMBEDE AQUI O VÍDEO DO OZONCAST]

Se você atua nesse mercado ou está avaliando uma oportunidade, vale assistir à conversa completa para entender o contexto e aprofundar os assuntos apresentados neste artigo.

Quer entender melhor como aplicar essa nova visão?

Se você percebeu que continuar trabalhando exatamente como anos atrás pode limitar suas possibilidades, o próximo passo não precisa ser abandonar tudo aquilo que já sabe.

Pode ser aprender a combinar melhor relacionamento, vendas, estratégias digitais, inteligência artificial e acompanhamento.

Se quiser conversar comigo e entender qual caminho pode fazer sentido para o seu momento, acesse o link abaixo:

[Quero saber mais]([COLE AQUI SEU LINK DE CADASTRO])

Se este for um link de indicação, é importante deixar isso claro: caso você decida se cadastrar pelo meu link, posso orientar seus primeiros passos e ajudar na organização de um plano de ação inicial.

Isso não representa garantia de resultado financeiro. Resultados dependem de fatores como dedicação, experiência, habilidade comercial, estratégia, aprendizado, mercado e consistência de execução.

Perguntas frequentes sobre marketing multinível no digital

O que é marketing multinível no digital?

O marketing multinível no digital é a utilização de ferramentas digitais para apoiar atividades como prospecção, geração de leads, conteúdo, comunicação, apresentações e acompanhamento dentro de uma operação de marketing multinível.

O digital amplia possibilidades, mas não elimina a importância do relacionamento humano.

O marketing multinível tradicional ainda funciona?

Estratégias presenciais e baseadas em relacionamento continuam tendo espaço.

Ferramentas digitais podem ampliar aquisição de contatos, comunicação, produtividade e alcance. A escolha depende dos objetivos e do perfil de cada pessoa.

É possível trabalhar marketing multinível usando o digital?

Sim.

Conteúdo, redes sociais, geração de leads, reuniões online, WhatsApp e publicidade podem apoiar diferentes etapas da operação.

Isso não elimina a importância do relacionamento e do acompanhamento.

Preciso abandonar o offline para trabalhar no digital?

Não.

Os dois podem funcionar juntos.

Uma pessoa pode encontrar você através de um canal digital e depois receber atendimento, demonstração ou acompanhamento presencialmente.

Qual é o papel da inteligência artificial nesse mercado?

A inteligência artificial pode ajudar em pesquisa, organização, aprendizado, planejamento de conteúdo e produtividade.

Mas a ferramenta não substitui julgamento, relacionamento, capacidade comercial, responsabilidade ou liderança.

O que diferencia recrutamento de construção de equipe?

Cadastrar alguém é apenas o início.

Construir uma organização envolve integração, treinamento, acompanhamento, suporte e desenvolvimento.

Uma equipe consistente não é formada apenas por pessoas que entraram, mas por pessoas que receberam direção para aprender e executar.

O que realmente transforma alguém em líder?

Resultado pode gerar visibilidade, mas liderança exige exemplo, responsabilidade, ética, acompanhamento e capacidade de desenvolver outras pessoas.

Existe garantia de resultado financeiro?

Não.

Resultados dependem do perfil da pessoa, dedicação, aprendizado, habilidade comercial, estratégia, condições de mercado e consistência na execução.

Desconfie de qualquer proposta apresentada como dinheiro fácil ou resultado garantido.

A próxima fase exige aprendizado

O mercado mudou.

As pessoas mudaram.

As ferramentas mudaram.

E a inteligência artificial está acelerando ainda mais essa transformação.

Isso não significa jogar fora tudo que funcionou no passado.

Significa entender o que continua essencial e aprender a utilizar aquilo que hoje pode ampliar nossa capacidade.

Relacionamento continua sendo fundamental.

Liderança continua sendo fundamental.

Acompanhamento continua sendo fundamental.

A diferença é que agora temos tecnologia para potencializar tudo isso.

O marketing multinível no digital não precisa ser uma ruptura com aquilo que veio antes. Pode ser uma evolução na forma de encontrar, comunicar, acompanhar e desenvolver pessoas.

A pergunta deixou de ser se o digital e a inteligência artificial chegarão ao mercado.

Eles já chegaram.

A questão agora é quem vai aprender a utilizá-los sem perder aquilo que nenhuma tecnologia consegue substituir: a capacidade humana de gerar confiança, ensinar, acompanhar e liderar.

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